Esse conto foi um presente de Natal e Ano Novo =) Gostaria de agradecer ao meu amigo oculto. Não sei vocês, eu fiquei com muito tesão. Irei também aproveitar esse momento para me despedir de vocês por um tempinho. Estou prestes a fazer uma viagem e ficarei longe no mínimo 1 ano. O meu querido blog não irá parar. Um amigo irá assumir em minha ausência, vocês já devem conhecer o meu amigo, o nick dele no Twitter é @PQPMP. Será para ele que vocês enviarão seus contos deliciosos a partir de agora e eu lógico vou dar uma lida de vez em quando rs. Beijos meus amigos(as) e até logo.
Quem me conhece sabe que minha vida se resume a antes e depois da minha passagem pelo Aeroporto de Brasília. Um pouco disso será contado aqui hoje.
Trabalhei durante dois anos no Aeroporto de Brasília, em uma simpática livraria de menos de 10m² no turno da madrugada. E o turno da madrugada no Aeroporto é uma espécie de Las Vegas: O que lá acontece, ali morre. Mas hoje quebrarei um pouco essa regra.
Ao lado da livraria funcionava uma cafeteria. Nessa cafeteria várias garotas (algumas belas, outras nem tanto) passavam a madrugada conversando, já que clientes inexistiam nesse horário.
Não raramente algumas iam para a livraria passar o tempo lendo revistas, e sempre aproveitava para puxar algum assunto, afinal também ficava a noite inteira ali, com o agravante de ficar sozinho na loja (o que depois se tornou uma vantagem, mas continuemos).
Dentre elas, uma me chamava a atenção. De corpo esguio, fazia o estilo mignon: alta, mas não muito; com curvas (inclusive aquela lordose voluntária com o apoio para dedos que a deixava com uma bundinha super empinada e deliciosa).
Para olhos destreinados essa beleza passaria despercebida graças ao uniforme que em nada valorizava seus seios pequenos, mas firmes e escondia um cabelo cacheado que batia na deliciosa curva antes de seu bumbum durinho. Mas eu não era assim, e sempre que a encontrava no corredor fazia questão de abraça-la pela sua cintura fina, levando-a de encontro a meu pau já duro feito rocha, mas não sem antes acariciar aquela barriga lisa com o umbigo mais bem feito que já tive o prazer de enfiar a língua. E se você já ficou excitado, saiba que ela fazia uma cara de cachorra e sempre inclinava a cabeça para que eu tivesse melhor acesso ao seu pescocinho.
E ficamos nisso, ate que o desejo de te-la falou mais alto que o bom senso
Em uma noite de nenhum movimento no Aeroporto ela foi, como sempre fazia, folhear as revistas. Nesse dia tinha acabado de chegar às bancas a revista Playboy com a Cléo Pires (hummm) e eu prontamente fui olha-la. Ela me pegou vendo a revista e resolveu observá-la . A deixei olhando enquanto realizava uns procedimentos na loja para fecha-la.
Terminado os procedimentos, fui ao encontro dela. A abracei pelas costas com a desculpa de ler a revista pelos seus ombros (pela cintura, como sempre fazia). A combinação de minha calça social e a dela proveram um encaixe perfeito entre meu pau e sua bundinha deliciosa. Meu pau já latejava graças à revista, e agora à proximidade com o cu que mais desejei durante algum tempo
E ela percebeu.
Meu coração acelerava, mas não de nervosismo. Era para bombear sangue para meu pau, que a cada segundo crescia e se encaixava. Fiz um movimento com o quadril quase que involuntário e ela correspondeu rebolando, o que só o enterrou mais em sua fenda.
Enfiei minha mão por baixo de sua camisa relativamente folgada graças ao péssimo design do uniforme e passeei por sua barriga:
- Vai me comer aqui mesmo? (sussurro mais sexy que já ouvi)
- Você também quer! (falei ao seu ouvido)
- Aiiinnnn (gemido)
- Vou baixar a lona para que ninguém veja (a lona era a “porta” da loja)
Baixei a dita cuja e fui ao seu encontro novamente. Sem ao menos deixar ela proferir uma palavra agarrei-a e beijei ardentemente. Tínhamos pouco tempo, o intervalo dela era muito rígido, embora nada tivesse a ser feito.
Agarrei sua bunda com força e pressionei seu quadril contra o meu e fiz movimentos como que roçando sua buceta no meu pau.
Ela rebolava gostoso.
Levantei sua blusa, mas sem tirar. Apenas o suficiente para ver e chupar seus peitos durinhos que pareciam feitos sob medida para minha boca… O sutiã sequer foi retirado, apenas movido para dar o acesso.
Sentia ela arrepiar sempre que minha língua tocava seus mamilos enrijecidos.
Seu pescoço já havia sido explorado minuciosamente. Fiz questão de enrolar seus longos cabelos em minha mão e puxa-los apenas para ter o gostinho de chupar todo o seu maxilar inferior.
CADA CENTÍMETRO.
Não aguentando mais, agarrei-a e coloquei de quatro atrás do balcão do caixa (afinal, nossa porta era uma lona). Aproveitei a situação e baixei sua calça. Encontrei uma calcinha rosa de menininha molhada e com um volume muito convidativo.
Primeiro explorei cada detalhe daquela bunda com minha boca. Cada dobra, curva… nada passou em branco. Coloquei a calcinha de lado e dei umas lambidas leves.
Ela se contorcia de prazer em cada uma delas.
Resolvi remover ela. Mas devagar, para apreciar o momento… milímetro por milímetro ela foi despida até que aquela calcinha ficasse na metade da coxa , dando visão completa a sua buceta depilada e seu cu.
Não resisti e tirei meu pau para fora da calça e comecei a roçar a cabeça na sua entrada.
Cada passada era um gemido mais alto.
Hora de fode-la de vez. Enfiei devagar… sentimos cada pedaço entrar.
Estocadas lentas… para sentir o gostinho (uma rebolada dela, quase gozei nessa).
Estocadas rápidas… gemidos baixos com os puxões da crina dessa égua.
Frenéticas… gemidos altos, tive de parar de puxar seus cabelos e tampar sua boca, ou seríamos descobertos… adrenalina a mil.
Nossos joelhos não aguentavam mais… retiramos o resto de roupa que nos restava e partimos para algo mais “romântico”: Sentei no chão e ela veio por cima. Isso me dava acesso direto aos seus seios. Enquanto ela sentava nos encarávamos. Ela com uma cara de safada que jamais esquecerei e eu ofegante.
Ela cavalgava como uma profissional… os nossos lábios se encontravam no ritmo do trote dela. Minha mão em sua bunda ditava o ritmo das estocadas. Aos poucos ela aumentava o ritmo e o volume de seus gemidos. A beijei, dessa vez demorado, para abafar os gemidos novamente.
O ritmo continuava a aumentar… conseguia sentir meu pau latejar dentro dela cada vez mais freneticamente e ela dizia que as veias dele só aumentavam…
Estávamos prestes a gozar… nesse ponto os gemidos eram o menor dos meus problemas, ela pulava em meu colo de certa forma que os barulhos dos encontros eram nítidos para quem passasse ali…
Até que gozamos.
Sua buceta começou a chupar meu pau, que criou vontade própria e cada vez estocava mais forte e esporrava o mais dentro possível…
Acabado, ainda ficamos ali, na posição por algum tempo. Nada dizíamos: Ela ria e eu ainda ofegante pensava nas possíveis consequências daquilo que acabarmos de fazer. Permaneci dentro dela ainda alguns minutos.
Nos vestimos. Ela voltou ao trabalho e eu fiquei com uma vontade louca de repetir…
Quem sabe na noite seguinte?































O que falam do MEQP